Desenvolvimento de sistemas · Campinas/SP
Sistema sob medida para quando a planilha deu certo demais
Painéis, portais e integrações para indústria, laboratório, saúde, agro e logística da RMC. Começa por um recorte que já entra em produção — e com o custo de mantê-lo vivo declarado antes de você assinar.
Em resumo
A campinas.digital faz desenvolvimento de sistemas em Campinas/SP: painéis, portais logados, automações e integrações escritos em código próprio, para empresas cujo processo não cabe em ferramenta de prateleira. Escritório no Cambuí, segunda unidade da mesma empresa e do mesmo fundador — 23 anos de estrada em desenvolvimento web, agora com endereço aqui. O viés do método é declarado: construir só o que precisa ser construído, e começar pelo pedaço que já entra em produção.
- Roda no navegador: um endereço, nada instalado na máquina do usuário
- Conversa com ERP, CRM, pagamento e WhatsApp — dentro do que a API do fornecedor permite
- Perfil de acesso por função, registro de alteração e retenção de dado definida por escrito
- Primeiro recorte no ar antes de o orçamento inteiro estar comprometido
- Custo anual de manutenção estimado na proposta, não descoberto depois
- Repositório, banco e credenciais em nome da sua empresa
Quase todo projeto de sistema começa com uma planilha que funcionou. Alguém montou num fim de tarde, resolveu o problema, o time adotou — e três anos depois ela tem catorze abas, duas fórmulas que ninguém ousa tocar e um dono não oficial que responde mensagem às onze da noite.
A planilha não estava errada. Ela chegou ao teto, que é diferente. E o teto tem sinais medíveis: duas pessoas editando a mesma linha, histórico que ninguém consegue reconstruir, um número que muda de valor conforme a versão do arquivo que circulou. Enquanto o processo for igual ao de qualquer empresa, comprar pronto sai mais barato — e essa continua sendo a nossa resposta quando é o caso. Construir se paga quando a regra que está dentro daquela planilha é justamente a que sustenta a sua margem.
Aqui essa conversa costuma ser técnica dos dois lados da mesa. A cidade da Unicamp, do CPQD, do CTI Renato Archer, do Eldorado e do polo do CIATEC forma gente que lê proposta de software sem intimidação — o que só melhora o trabalho: dá para discutir modelo de dados, limite de chamadas e custo de manutenção em vez de adjetivo. Muitos projetos de sistema começam quando a vitrine já está resolvida — site no ar,loja virtual vendendo — e o estrangulamento migra para dentro de casa: o pedido entra, e é aí que a operação engasga.

Ponto de virada
Seis sinais de que a planilha chegou ao teto
Três versões do mesmo número
Comercial, produção e financeiro fecham o mês com valores diferentes. A reunião vira disputa de arquivo.
Reentrada de dado
O pedido é digitado no e-mail, depois na planilha, depois no ERP. Cada repetição é meia hora e um erro em potencial.
Um único dono do arquivo
Quem montou a planilha tira férias e o setor trabalha no escuro. Isso não é dedicação, é risco concentrado.
Falha com preço em reais
Lote expedido sem laudo, apontamento perdido, cobrança que ninguém emitiu. Já dá para somar o prejuízo no fim do mês.
Indicador só no fechamento
Você fica sabendo que a margem caiu vinte dias depois de ela cair. Decidir com dado velho é apostar.
O SaaS que quase serve
Cobra por assento, não tem o campo que a sua regra exige, e a gambiarra ao redor dele já é outro controle paralelo.
Escopo
O que costuma ser construído
- Painel operacional Produção, fila e margem se movendo enquanto o turno acontece, não vinte dias depois.
- Portal do cliente Área logada com pedido, laudo, nota, contrato e status — e menos ligação para o seu time.
- Ordem de serviço Abertura, apontamento em campo, foto, assinatura e um histórico que dá para pesquisar.
- Agenda e confirmação Marcação online, lembrete automático e ocupação por sala, equipamento ou profissional.
- Fluxo de aprovação Alçada, prazo e cobrança rodando sozinhos, com registro de quem aprovou o quê e quando.
- Integração por API ERP, CRM, transportadora, pagamento e WhatsApp trocando dado sem ninguém copiando no meio.
- Cadastro e estoque Produto, lote, movimentação e rastreabilidade com a regra que o seu setor de fato exige.
- Relatório e exportação Planilha e PDF no formato que a contabilidade, a auditoria ou o cliente cobra de você.
- CRM próprio Funil, carteira e follow-up desenhados sobre o jeito que o seu comercial vende de verdade.
- Camada de IA onde cabe Triagem de mensagem, leitura de documento e resumo — onde tira clique, não como enfeite de proposta.
Recorte
MVP não é versão capenga: é o menor sistema que já opera
Projeto de software raramente morre por dificuldade técnica. Morre por escopo grande demais antes de qualquer pessoa tocar numa tela. Daí a regra do primeiro corte: pequeno o suficiente para subir, e útil o suficiente para o time preferir usá-lo a voltar para a planilha.
O fluxo que sangra
Um processo inteiro, da entrada à saída, em produção com usuário de verdade. Sem tela decorativa.
O que o uso pediu
Depois de algumas semanas rodando, a fila de melhorias vem do log e de quem opera — não do que imaginamos no início.
Integração e volume
Conexão com ERP e CRM, permissão fina, carga maior e o que a operação exigir quando crescer.
Setores
Onde isso rende mais na região
A RMC concentra parque industrial pesado, laboratório, saúde de alta complexidade, agro e uma malha logística puxada por Viracopos e pelos eixos Anhanguera, Bandeirantes e Dom Pedro I. São operações de processo comprido, com exigência de rastreabilidade e regra própria — justamente onde ferramenta genérica trava:
Indústria e laboratório
Apontamento de chão de fábrica, rastreio por lote, controle de ensaio e emissão de laudo — com o dado nascendo no posto de trabalho, não na transcrição do fim do turno.
Saúde e clínicas
Marcação com confirmação, ficha de atendimento, conferência de convênio e ocupação por sala ou equipamento, com acesso separado por função.
Logística e distribuição
Pedido B2B com tabela por cliente, catálogo do representante, comprovante de entrega no celular e ligação direta com o faturamento.
Agro e serviço técnico
Visita, medição em campo, contrato e cobrança recorrente — inclusive com o aparelho sem sinal no meio do talhão, sincronizando quando volta.
Engenharia
Escolher tecnologia é decidir quanto vai custar daqui a três anos
A stack não é escolhida por moda, e sim por quem vai conseguir mexer nela depois: linguagem com gente disponível no mercado da região, biblioteca com manutenção ativa, banco relacional quando o dado é relacional. Framework exótico impressiona no primeiro mês e cobra a fatura no segundo ano — quando o autor abandona o repositório, ninguém mais lê aquele código e amanutenção vira refém de uma pessoa só. Junto com isso pesa ausabilidade: tela que exige treinamento longo é tela que o operador contorna com uma planilha nova.
Segurança entra no desenho, não no fim: papel de acesso por função, tráfego cifrado, senha com hash, log de alteração e cópia com restauração testada. Sobre dado pessoal, a primeira pergunta é sempre o que dá para não guardar — menos dado, menos superfície, menos obrigação de LGPD. E hospedagem, monitoramento e atualização são discutidos no orçamento, com repositório, banco e credenciais no nome da sua empresa: independência se resolve com acesso e contrato, não com promessa.

Passo a passo
Como um projeto anda por aqui
Mapa do processo
Uma ou duas conversas com quem executa, não só com quem decide. Sai daí onde o tempo evapora e quanto isso custa por mês.
Corte do primeiro entregável
Combinamos o menor recorte que já opera sozinho, com escopo escrito, prazo por fase e a lista do que fica de fora.
Uma entrega por semana
Ambiente de homologação no ar desde o começo. Você entra, clica e corrige rota enquanto corrigir ainda é barato.
Teste com quem opera
Quem vai usar todo dia mexe antes de virar oficial. Fluxo aprovado só pela diretoria costuma morrer no chão de fábrica.
Produção e manutenção
Publicação, treinamento curto, monitoramento e um plano de manutenção com valor anual combinado antes, não depois.
Portfólio
Interfaces e produtos que saíram daqui
Uma amostra do que a mesma equipe construiu ao longo de 23 anos: telas de operação, painéis e produtos digitais escritos em código próprio.


















Perguntas
O que perguntam antes de fechar um projeto de sistema
Quanto custa um sistema sob medida?
Preço de software não sai de tabela: sai da contagem de telas, do número de exceções que a regra de negócio tem e de quantos sistemas precisam conversar entre si. A conta que interessa é outra, e você consegue fazer sozinho: some o que a operação queima hoje em retrabalho e some a mensalidade por usuário do SaaS que ficaria no lugar. Mande pelo WhatsApp o desenho do processo e você recebe faixa de investimento por etapa, com o que fica de fora escrito.
Em quanto tempo o sistema entra em produção?
Depende de onde o escopo para. Um recorte fechado, com um fluxo inteiro de ponta a ponta, costuma ir ao ar em algumas semanas e já com gente trabalhando dentro dele. O que estica prazo é escopo aberto: quando tudo é prioridade, nada sobe. Nossa régua é simples — o primeiro recorte só é considerado pronto quando sobrevive a uma segunda-feira de movimento normal.
Precisa ser aplicativo ou o navegador resolve?
Na maior parte dos casos o navegador resolve melhor: um endereço, nada instalado na máquina do usuário, correção publicada uma vez e valendo para todo mundo no minuto seguinte. App nativo se justifica quando existe uso offline em campo, quando a câmera é parte do fluxo (leitura de etiqueta, foto de laudo, medição) ou quando notificação push é o próprio processo. Fora disso, app significa duas lojas, duas filas de aprovação e dois códigos para manter.
Integra com o ERP que a empresa já usa?
Quase sempre — e o limite não é nosso, é o que a API do outro lado libera. Antes de comprometer prazo, lemos a documentação do fornecedor, testamos autenticação em ambiente de homologação e medimos limite de chamadas. Se aquele ERP só exporta arquivo em janela fixa da madrugada, o desenho muda, e isso aparece na proposta em vez de virar surpresa no terceiro mês. Vale igual para CRM, transportadora, gateway de pagamento e API oficial do WhatsApp.
Como fica a segurança e a LGPD?
Papéis e permissões definidos por escrito antes da primeira tela, tráfego cifrado, senha com hash, registro de quem alterou o quê e rotina de cópia com restauração testada — cópia que nunca foi restaurada é suposição, não backup. Na parte de dados pessoais, a primeira pergunta que fazemos é qual dado dá para simplesmente não guardar. Guardar menos é a proteção mais barata que existe, e reduz o tamanho do problema se algo der errado.
Herdei um sistema pela metade. Dá para assumir?
Damos parecer antes de qualquer contrato: lemos o código, o modelo de dados e a infraestrutura que existe, e dizemos se o caminho é continuar, refatorar por partes ou reescrever o núcleo preservando a base. Às vezes o veredito é continuar com quem está — quando o problema é de combinação e prazo, não de engenharia. O diagnóstico sai por escrito e você decide com ele na mão.
Como avaliar uma empresa de desenvolvimento de sistemas?
Peça quatro coisas concretas. Diagnóstico do processo antes do orçamento, porque quem dá preço sem entender o fluxo cobra a diferença depois. Ambiente de homologação que você acessa toda semana, e não uma apresentação no final. Repositório, banco e credenciais no nome da sua empresa desde o primeiro dia. E o número da manutenção anual, estimado antes de assinar. Em Campinas isso é fácil de checar: leve a proposta a alguém que programa e peça para ela ser rasgada.
Vale mais comprar pronto ou construir?
O critério é objetivo. Se o processo é igual ao de qualquer empresa — folha, contabilidade, emissão fiscal, e-mail — compre pronto e não olhe para trás; construir isso é queimar dinheiro. Construir se justifica quando a regra que decide como você produz, precifica ou entrega é justamente o que te diferencia, e nenhuma ferramenta de prateleira aceita essa regra sem gambiarra. O desenho mais comum acaba sendo misto: ERP de mercado no fiscal e no financeiro, sistema próprio no fluxo que é seu, ligados por API. CRM sob medida costuma cair nesse segundo grupo.
Daqui a três anos, quem mantém isso?
Essa pergunta separa projeto de ativo, e vale fazer para qualquer fornecedor. Software parado apodrece: biblioteca sem atualização vira brecha, versão de linguagem sai de suporte, integração muda do lado do fornecedor sem avisar. Por isso o custo de manutenção entra na proposta desde o começo, com valor anual estimado para atualização de dependências, monitoramento, correções e uma reserva de horas para evolução. E como código, banco e acessos ficam com você, trocar de fornecedor é decisão sua, não resgate.
Por onde começa um projeto?
Por uma conversa sobre o processo real, não sobre o sistema ideal. Você mostra como a coisa funciona hoje — planilha compartilhada, grupo de WhatsApp, caderno na bancada, tudo vale — e nós mapeamos quem usa, o que trava, quantas vezes por dia trava e quanto custa cada travada. Desse mapa sai o recorte inicial, com escopo escrito, prazo e investimento por fase. O diagnóstico não é cobrado e continua útil mesmo que você contrate outra empresa.
Qual processo da sua empresa vive dentro de uma planilha?
Conte como ele funciona hoje, com defeito e tudo. Você recebe um parecer direto — inclusive se a resposta certa for comprar algo pronto — e, se compensar construir, o recorte inicial com prazo e faixa de investimento.
QUERO O DIAGNÓSTICOAtendimento de segunda a sexta, 9h–11h e 13h–17h · sem compromisso
Onde atendemos
Desenvolvimento de sistemas em Campinas e na RMC
Mapear processo rende muito mais com gente na sala e o operador mostrando a própria tela. O escritório fica no Cambuí e vamos até a empresa em Campinas, Valinhos, Vinhedo, Paulínia, Sumaré, Hortolândia, Indaiatuba, Americana, Jaguariúna e Nova Odessa. Fora desse raio, o projeto corre remoto — trabalhamos assim há mais de duas décadas, com reunião gravada e ambiente de teste sempre acessível.
Continue explorando